Programa de Aquisição de Alimentos aceita inscrições até 17 de agosto de 2017

Contratação dos projetos começará em 1º de setembro; cada região do País receberá R$ 1 milhão

Cooperativas e associações de agricultores familiares interessados em participar do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) podem se inscrever até 17 de agosto, informa a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). As propostas devem ser incluídas na modalidade de Apoio à Formação de Estoque.

As inscrições poderão ser feitas no sistema PAAnet. Mais informações sobre a elaboração e a inscrição de propostas podem ser obtidas nas superintendências regionais da Conab nos estados.

A partir de 1º de setembro começará a contratação dos projetos. Cada região receberá R$ 1 milhão da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), com limite de R$ 480 mil por proposta. Os projetos devem ser apresentados por meio de associações ou cooperativas com DAP jurídica.

Parâmetros

Os critérios de análise das propostas serão: projetos exclusivos de produtos orgânicos e agroecológicos, participação de povos e comunidades tradicionais e participação de assentados da reforma agrária.

Organizações que participam pela primeira vez, projetos de menos valor e organizações que apresentem contratos de compras institucionais ou do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) serão parâmetros de desempate.

O objetivo do Apoio à Formação de Estoques é ajudar financeiramente a constituição de estoques de alimentos por organizações da agricultura familiar, buscando agregação de valor à produção e à sustentação de preços. Posteriormente, esses alimentos serão comercializados pela organização de agricultores para devolução dos recursos financeiros ao Poder Público.

FONTE: http://www.brasil.gov.br/economia-e-emprego/2017/07/programa-de-aquisicao-de-alimentos-aceita-inscricoes-ate-17-de-agosto

 

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Curso Formação de Líderes em Agroecologia e Produção Orgânica – IFOAM / IBEM

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ATENÇÃO! Prazo para inscrições até 15/07/2017.

A IFOAM EM PARCERIA COM IBEM PROMOVE
CURSO FORMAÇÃO DE LÍDERES EM AGROECOLOGIA E PRODUÇÃO ORGÂNICA
Início em setembro 2017.

Mais informações no link:
http://www.ifoam.bio/…/organic-lea…/olc-latin-america-201718

Veja aqui o folder do Curso:
https://drive.google.com/file/d/0B7z5Si2Flb2ATzlPWGt4REVMcHc/view?ts=593473cd

 

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Qual o tamanho do mercado de orgânicos no Brasil?

Pesquisas mostram que 82% das famílias americanas consumiram orgânicos no último ano, já no Brasil, o número cai para 15%; leia o artigo exclusivo do diretor da Organis

Não temos dúvida de que o mercado de produtos orgânicos e sustentáveis vem crescendo conseguindo vencer a forte crise que passamos neste momento e, a cada dia, mais empreendedores investem no segmento, se capacitando, certificando e procurando saber como participar do mercado que mais cresce no mundo.

O mais recente episódio aconteceu há pouco menos de um mês, quando o gigante do mercado virtual, Amazon, comprou a maior rede de varejo de produtos orgânicos e natural, a Whole Foods Market. O que temos de aprender com isso? Tem muito mercado para explorar.
Acompanhamos a realização da principal feira do setor e a única na América Latina, a Bio Brasil Fair │Biofach America Latina, em junho 2017 no Pavilhão da Bienal de SP, que reuniu quase 420 expositores, mais de 25.000 visitantes, expositores de outros sete países, com crescimento na ordem de 35% comparando-se com a edição do ano passado.

Vivemos hoje tempos de transformação e sabemos que os Estados Unidos, o maior mercado de orgânicos do mundo, têm atingido faturamento significativo, e no ano passado, segundo a Organic Trade Association, o valor de faturamento atingiu a marca de US$ 50 Bilhões de dólares. Neste processo, os consumidores seguem a tendência de melhorar seus hábitos e buscam produtos menos industrializados, mais saudáveis, com menos aditivos e conservantes e com rastreabilidade.

É possível prever um crescimento maior e a mudança dos hábitos, pois os indicadores apontam que, no mercado americano: 82% das famílias americanas consumiram orgânicos no último ano, 14% de todas as frutas e vegetais consumidos no mercado já são orgânicos, 5% de todos os produtos lácteos são orgânicos e 75% de todos os produtos encontrados hoje no mercado já têm sua versão orgânica.

No lado da produção, está comprovado que o retorno de produtores orgânicos é 33% acima dos produtores convencionais e a contribuição adicional, na renda anual de quem atua na cadeira, atinge em média US$2.000 a mais de quem atua na cadeia apenas com produtos convencionais.

Multinacionais de alimentos e agronegócios no mundo estão fazendo pesquisas e estudando o segmento e, nos mercados no exterior, poucas têm criado marcas próprias e a grande maioria busca comprar marcas existentes para não ficar fora deste mercado. Aqui no Brasil, não é diferente e observamos que ainda estamos na fase inicial deste movimento. Sabemos que, com a globalização, a tendência é que o movimento chegará com força.

Cabe saber quem serão os pioneiros neste processo aqui no Brasil. O que podemos dizer destes números? Como podemos nos preparar para atender a forte demanda do consumidor com produtos mais saudáveis, mais confiáveis, mais seguros e com rastreabilidade?

O Conselho Brasileiro da Produção Orgânica e Sustentável (ORGANIS) realizou, no período de março a abril, a primeira pesquisa nacional para conhecer o perfil do consumidor brasileiro de orgânicos, o que realmente conhecem e entendem sobre esses produtos. O resultado foi surpreendente e nos dá a indicação de que estamos ainda no inicio de um processo de consolidação e o crescimento se fortalecerá nos próximos anos.

O principal apontamento foi que 15% consumiram produtos orgânicos, sendo o maior índice para a região sul (34%) em contraste com os moradores da região sudeste, que obtiveram o menor índice com pouco mais de 10% dos domicílios. Outros indicativos interessantes: seis em cada 10 famílias consumiram verduras e uma em cada quatro consumiu frutas e cereais.
Outro número muito surpreendente é que 84% dos consumidores não conseguiram lembrar da marca do produto que consumiu.

A pesquisa apontou um preocupante desconhecimento por parte do consumidor sobre o produto e sua verificação. A grande maioria ainda associa o produto orgânico apenas com a questão de produto sem agrotóxicos ou químicos, ainda não conhece a regulamentação e, em muitos casos, confia na palavra de quem comercializa ou quem apresenta o produto.

Isso tem um lado positivo, pois demonstra que a indicação pessoal é muito forte e representativa, mas preocupante, pois não reconhecer um produto orgânico, propicia oportunidades para fraudes e oportunistas. Pouco mais de 45% lembram ter visto o selo oficial do MAPA e apenas 8% afirmaram que utilizaram o selo como verificador de conformidade e credibilidade.

Estas informações indicam que as empresas têm um vasto mercado e oportunidades para trabalhar os brandings dos produtos, num mercado em pleno crescimento.

Quais os motivos para 85% da população não consumir orgânicos? 41% apontam o preço como fator determinante, os demais alegaram desconhecimento, falta de interesse e falta de local para compra.

Este resultado demonstra que falta ainda uma campanha nacional ou um projeto de educação para esclarecer o consumidor, melhor distribuição e oferta de produtos. O varejo tenta ser este veículo com o consumidor final, na medida em que lojas menores fazem um atendimento mais personalizado, potencializando o processo de educação e fidelização com os consumidores.

Temos um mercado para pensar como inserir a produção local, extrativista e familiar dentro de um modelo sustentável, em que o consumidor possa reconhecer seus valores, com a oportunidade de trabalhar a construção de valor na cadeia e o processo de industrialização dentro das condições e regulações de certificação. Segundo o MAPA, o país conta com cerca de 16.000 produtores orgânicos cadastrados, número crescente a cada ano.

Para chegar um dia aos números dos Estados Unidos, precisamos conscientizar e educar o consumidor, valorizar o trabalho local e garantir a segurança dos produtos. O tamanho do potencial do mercado de orgânicos no Brasil é de 207 milhões de habitantes, afinal não dependemos de importação de insumos e tecnologia, pois temos tudo aqui no nosso quintal.

• Ming Liu é diretor do Conselho Brasileiro da Produção Orgânica e Sustentável (Organis) Contato: mingliu@organis.com.br

Fonte: http://revistagloborural.globo.com/Noticias/Agricultura/noticia/2017/07/qual-o-tamanho-do-mercado-de-organicos-no-brasil.html

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Mercado de comidas orgânicas e saudáveis já tem previsão para inaugurar em Curitiba

A empresária Clemilda Thomé pretende inaugurar no segundo semestre o Empório Health, mercado de comidas orgânicas e saudáveis que está sendo construído na Rua Francisco Rocha esquina com a Avenida do Batel.

O projeto do empreendimento é do escritório do arquiteto Jayme Bernardo. Clemilda disse ao site que este será um piloto para os outros mercados que ela pretende abrir em outras capitais e até no exterior futuramente.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/reinaldo-bessa/negocios/mercado-de-comidas-organicas-e-saudaveis-ja-tem-previsao-para-inaugurar-em-curitiba/

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Amazon compra maior rede de lojas de orgânicos dos EUA por US$ 13,7 bilhões

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A Amazon acaba de dar mais um passo rumo à dominação mundial… Brincadeiras à parte, ela acaba de adquirir uma empresa muito valiosa dos Estados Unidos. Estamos falando da Whole Foods Market — uma rede de lojas especializadas em alimentos orgânicos e uma das maiores cadeias de alimentação dos Estados Unidos.

De acordo com a própria Amazon, a transação completa vai fazer com que cerca de US$ 13,7 bilhões sejam tirados dos cofres da gigante da internet — cada ação da Whole Foods Market foi negociada a US$ 42.

Vale dizer que a estrutura de funcionamento da Whole Foods permanece inalterada, sendo que o CEO John Mackey será mantido, assim como a independência de suas atividades. Com isso, as empresas dizem que o processo é de “parceria”, apesar de ser uma “aquisição”.

Uma compra estratégica

Mackey também deixa claro que essa aquisição funciona muito como uma parceria, sendo que uma das missões é fazer com que “o valor da Whole Foods Market seja maximizado aos acionistas, ao mesmo tempo que se aumenta a missão de trazer mais qualidade, experiência, conveniência e inovação aos consumidores”.

Paralelamente, também é evidente que a Amazon deve utilizar essa aquisição para ter acesso a consumidores com poder aquisitivo maior; lembrando que o mercado de orgânicos nos Estados Unidos é bastante valioso. Apesar de haver a promessa de que a Whole Foods vai se manter independente, é difícil imaginar que a empresa possa se sustentar totalmente isolada da Amazon.

Apesar do anúncio da aquisição, ainda são necessárias aprovações dos acionistas e dos órgãos reguladores, o que deve acontecer até a segunda metade deste ano. Será que algum dia veremos os drones da Amazon levando vegetais orgânicos para a casa dos consumidores?

Fonte: https://pro.tecmundo.com.br/amazon/117850-amazon-compra-maior-rede-lojas-organicos-eua-us-13-7-bilhoes.htm

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Convite VI Workshop Catarinense de Indicação Geográfica

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Temática: Indicações Geográficas, Marcas Coletivas, Propriedade Intelectual, Desenvolvimento Territorial, Patrimônio Imaterial

Joinville-SC, 9 a 11 de agosto de 2017.

 

Inscrições gratuitas e limitadas em http://www.redeindicacaogeografica.com/inscricoes

 

Programação em: http://www.redeindicacaogeografica.com/programacao

 

Programação
Programação preliminar da edição 2017. Sujeita a alterações.​

9/8 (Quarta-feira)

12h Credenciamento com Coquetel de Abertura

13h30 Abertura oficial com fala de autoridades

14h A solidariedade e o individualismo nas Indicações Geográficas
Dr. Murilo Xavier Flores (Secretaria do Planejamento de Santa Catarina – SPG)

14h45 A trajetória da União Europeia na superação da crise agrícola, a Política Agrícola Comum (PAC) e as Indicações Geográficas
Prof. Dr. Alberto Francisco Ribeiro de Almeida (Universidade Lusíada do Porto/Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto – IVDP, Portugal)

15h30 Debates
Coordenação: Esp. Miguel Luciano da Silva (Rede de Cooperação para o Desenvolvimento Sustentável)

16h Painel: Cases/Iniciativas catarinenses em Indicações Geográficas
Expositores a definir

17h30 Debates
Coordenação: Dr. Léo Teobaldo Kroth (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina – Epagri)

18h30 Encerramento das atividades do primeiro dia

10/8 (Quinta-feira)

7h30 Credenciamento

8h A inclusão produtiva como instrumento de inserção social e afirmação de identidade
Prof. Dr. João Mendes da Rocha Neto (Universidade de Brasília – UnB/Presidência da República)

8h45 O processo de construção do dossiê histórico nas Indicações Geográficas
Me. Darlan Jevaer Schmitt (Universidade Regional de Blumenau – FURB)

9h30 Coffee Break

10h Valorização das pessoas, ativos e territórios a partir do turismo rural
Sr. Valdir Rubens Walendowsky (Presidente da Santa Catarina Turismo S/A – SANTUR)

10h45 Movimento Slow Food e repercussões para a promoção dos produtos de origem diferenciada
Sr. Pedro Zapella Fagundes (Movimento Slow Food)

11h30 Debates
Coordenação: Dra. Suelen Carls (Órion Parque Tecnológico)

12h Intervalo para Almoço

13h30 Mesa Redonda: Políticas públicas para produtos tradicionais
Me. David Lehrer (Diretor do The Arava Institute for Environmental Studies / Representando o Governo de Israel)
Sr. Gilles Flutet (Chefe do serviço de delimitação e proteção dos terroirs do Institut national de l’origine et de la qualité – Inao / Representando o Governo da França)
Dr. Airton Spies (Secretaria de Agricultura e da Pesca do Estado de Santa Catarina)

15h Debates
Coordenação: Prof. Dr. Alberto Francisco Ribeiro de Almeida (Universidade Lusíada do Porto/Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto – IVDP, Portugal)

15h45 Coffee Break

16h15 Mesa Redonda: Rastreabilidade e presença midiática
Doutoranda Joanna Katarzyna Marszalek (University of Gdansk, Polônia)
Prof. Dr. Eneus Trindade Barreto Filho (Escola de Comunicações e Artes ECA/USP)

17h15 Debates
Coordenação: Prof. Dr. Ignacio López Moreno (Universidad Autónoma Metropolitana – UAM, México/Grupo Territorio, Cultura y Desarrollo de la Universidad de Sevilla, Espanha)

18h Encerramento do ciclo de palestras e mesas redondas

18h30 Apresentação simultâneas de trabalhos acadêmico-científicos
Coordenação: a definir

22h Encerramento das atividades do segundo dia

11/8 (Sexta-feira)

7h30 Credenciamento

8h Oficinas simultâneas

Oficina 1: Processos para reconhecimento de signos distintivos coletivos
(Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI)

Oficina 2: Processo de reconhecimento do patrimônio cultural imaterial
Me. Rodrigo Rosa (Fundação Catarinense de Cultura – FCC)

Oficina 3: Geração de desenvolvimento a partir de produtos tradicionais: uma visão a partir do caso do milho mesoamericano
Prof. Dr. Ignacio López Moreno (Universidad Autónoma Metropolitana – UAM, México/Grupo Territorio, Cultura y Desarrollo de la Universidad de Sevilla, Espanha)

Oficina 4: Gestão da agricultura e do meio ambiente como ferramenta para o desenvolvimento: uma visão a partir da experiência de Israel
Me. David Lehrer (The Arava Institute for Environmental Studies – Israel)

Oficina 5: Estruturas de controle e gestão e regulamento de uso nas Indicações Geográficas
Atenção: Oficina ainda não confirmada!

12h Encerramento das atividades de edição 2017

 

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Outra alimentação possível: Ponta das Canas ganha feira de orgânicos (Fpolis/SC)

O dia 24 de junho de 2017, sábado, marca um dia de conquista para entidades e moradores do Norte da Ilha: será inaugurada a feira Canto da Ilha, uma oportunidade para o encontros dos diferentes sabores da região.

A proposta é difundir a produção de alimentos orgânicos, a transição para a alimentação orgânica no ambiente urbano de Floripa e nas cidades do entorno e também as propostas da economia solidária.

O diálogo em torno de temas como meio ambiente, segurança alimentar e soberania alimentar fez surgir a iniciativa. O projeto foi estruturado para promover mais um canal de discussão e promoção de ações que incentivam o desenvolvimento de um consumo mais consciente e saudável, além de novas relação que aproximem produtor rural e consumir final.

A feira acontecerá de duas em duas semanas no Complexo Canto da Ilha, em Ponta das Canas, no Norte da Ilha.

http://obaratodefloripa.com.br/outra-alimentacao-possivel-ponta-das-canas-ganha-feira-de-organicos/

 

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