Mercado de comidas orgânicas e saudáveis já tem previsão para inaugurar em Curitiba

A empresária Clemilda Thomé pretende inaugurar no segundo semestre o Empório Health, mercado de comidas orgânicas e saudáveis que está sendo construído na Rua Francisco Rocha esquina com a Avenida do Batel.

O projeto do empreendimento é do escritório do arquiteto Jayme Bernardo. Clemilda disse ao site que este será um piloto para os outros mercados que ela pretende abrir em outras capitais e até no exterior futuramente.

Fonte: http://www.gazetadopovo.com.br/reinaldo-bessa/negocios/mercado-de-comidas-organicas-e-saudaveis-ja-tem-previsao-para-inaugurar-em-curitiba/

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Amazon compra maior rede de lojas de orgânicos dos EUA por US$ 13,7 bilhões

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A Amazon acaba de dar mais um passo rumo à dominação mundial… Brincadeiras à parte, ela acaba de adquirir uma empresa muito valiosa dos Estados Unidos. Estamos falando da Whole Foods Market — uma rede de lojas especializadas em alimentos orgânicos e uma das maiores cadeias de alimentação dos Estados Unidos.

De acordo com a própria Amazon, a transação completa vai fazer com que cerca de US$ 13,7 bilhões sejam tirados dos cofres da gigante da internet — cada ação da Whole Foods Market foi negociada a US$ 42.

Vale dizer que a estrutura de funcionamento da Whole Foods permanece inalterada, sendo que o CEO John Mackey será mantido, assim como a independência de suas atividades. Com isso, as empresas dizem que o processo é de “parceria”, apesar de ser uma “aquisição”.

Uma compra estratégica

Mackey também deixa claro que essa aquisição funciona muito como uma parceria, sendo que uma das missões é fazer com que “o valor da Whole Foods Market seja maximizado aos acionistas, ao mesmo tempo que se aumenta a missão de trazer mais qualidade, experiência, conveniência e inovação aos consumidores”.

Paralelamente, também é evidente que a Amazon deve utilizar essa aquisição para ter acesso a consumidores com poder aquisitivo maior; lembrando que o mercado de orgânicos nos Estados Unidos é bastante valioso. Apesar de haver a promessa de que a Whole Foods vai se manter independente, é difícil imaginar que a empresa possa se sustentar totalmente isolada da Amazon.

Apesar do anúncio da aquisição, ainda são necessárias aprovações dos acionistas e dos órgãos reguladores, o que deve acontecer até a segunda metade deste ano. Será que algum dia veremos os drones da Amazon levando vegetais orgânicos para a casa dos consumidores?

Fonte: https://pro.tecmundo.com.br/amazon/117850-amazon-compra-maior-rede-lojas-organicos-eua-us-13-7-bilhoes.htm

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Convite VI Workshop Catarinense de Indicação Geográfica

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Temática: Indicações Geográficas, Marcas Coletivas, Propriedade Intelectual, Desenvolvimento Territorial, Patrimônio Imaterial

Joinville-SC, 9 a 11 de agosto de 2017.

 

Inscrições gratuitas e limitadas em http://www.redeindicacaogeografica.com/inscricoes

 

Programação em: http://www.redeindicacaogeografica.com/programacao

 

Programação
Programação preliminar da edição 2017. Sujeita a alterações.​

9/8 (Quarta-feira)

12h Credenciamento com Coquetel de Abertura

13h30 Abertura oficial com fala de autoridades

14h A solidariedade e o individualismo nas Indicações Geográficas
Dr. Murilo Xavier Flores (Secretaria do Planejamento de Santa Catarina – SPG)

14h45 A trajetória da União Europeia na superação da crise agrícola, a Política Agrícola Comum (PAC) e as Indicações Geográficas
Prof. Dr. Alberto Francisco Ribeiro de Almeida (Universidade Lusíada do Porto/Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto – IVDP, Portugal)

15h30 Debates
Coordenação: Esp. Miguel Luciano da Silva (Rede de Cooperação para o Desenvolvimento Sustentável)

16h Painel: Cases/Iniciativas catarinenses em Indicações Geográficas
Expositores a definir

17h30 Debates
Coordenação: Dr. Léo Teobaldo Kroth (Empresa de Pesquisa Agropecuária e Extensão Rural de Santa Catarina – Epagri)

18h30 Encerramento das atividades do primeiro dia

10/8 (Quinta-feira)

7h30 Credenciamento

8h A inclusão produtiva como instrumento de inserção social e afirmação de identidade
Prof. Dr. João Mendes da Rocha Neto (Universidade de Brasília – UnB/Presidência da República)

8h45 O processo de construção do dossiê histórico nas Indicações Geográficas
Me. Darlan Jevaer Schmitt (Universidade Regional de Blumenau – FURB)

9h30 Coffee Break

10h Valorização das pessoas, ativos e territórios a partir do turismo rural
Sr. Valdir Rubens Walendowsky (Presidente da Santa Catarina Turismo S/A – SANTUR)

10h45 Movimento Slow Food e repercussões para a promoção dos produtos de origem diferenciada
Sr. Pedro Zapella Fagundes (Movimento Slow Food)

11h30 Debates
Coordenação: Dra. Suelen Carls (Órion Parque Tecnológico)

12h Intervalo para Almoço

13h30 Mesa Redonda: Políticas públicas para produtos tradicionais
Me. David Lehrer (Diretor do The Arava Institute for Environmental Studies / Representando o Governo de Israel)
Sr. Gilles Flutet (Chefe do serviço de delimitação e proteção dos terroirs do Institut national de l’origine et de la qualité – Inao / Representando o Governo da França)
Dr. Airton Spies (Secretaria de Agricultura e da Pesca do Estado de Santa Catarina)

15h Debates
Coordenação: Prof. Dr. Alberto Francisco Ribeiro de Almeida (Universidade Lusíada do Porto/Instituto dos Vinhos do Douro e do Porto – IVDP, Portugal)

15h45 Coffee Break

16h15 Mesa Redonda: Rastreabilidade e presença midiática
Doutoranda Joanna Katarzyna Marszalek (University of Gdansk, Polônia)
Prof. Dr. Eneus Trindade Barreto Filho (Escola de Comunicações e Artes ECA/USP)

17h15 Debates
Coordenação: Prof. Dr. Ignacio López Moreno (Universidad Autónoma Metropolitana – UAM, México/Grupo Territorio, Cultura y Desarrollo de la Universidad de Sevilla, Espanha)

18h Encerramento do ciclo de palestras e mesas redondas

18h30 Apresentação simultâneas de trabalhos acadêmico-científicos
Coordenação: a definir

22h Encerramento das atividades do segundo dia

11/8 (Sexta-feira)

7h30 Credenciamento

8h Oficinas simultâneas

Oficina 1: Processos para reconhecimento de signos distintivos coletivos
(Instituto Nacional da Propriedade Industrial – INPI)

Oficina 2: Processo de reconhecimento do patrimônio cultural imaterial
Me. Rodrigo Rosa (Fundação Catarinense de Cultura – FCC)

Oficina 3: Geração de desenvolvimento a partir de produtos tradicionais: uma visão a partir do caso do milho mesoamericano
Prof. Dr. Ignacio López Moreno (Universidad Autónoma Metropolitana – UAM, México/Grupo Territorio, Cultura y Desarrollo de la Universidad de Sevilla, Espanha)

Oficina 4: Gestão da agricultura e do meio ambiente como ferramenta para o desenvolvimento: uma visão a partir da experiência de Israel
Me. David Lehrer (The Arava Institute for Environmental Studies – Israel)

Oficina 5: Estruturas de controle e gestão e regulamento de uso nas Indicações Geográficas
Atenção: Oficina ainda não confirmada!

12h Encerramento das atividades de edição 2017

 

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Outra alimentação possível: Ponta das Canas ganha feira de orgânicos (Fpolis/SC)

O dia 24 de junho de 2017, sábado, marca um dia de conquista para entidades e moradores do Norte da Ilha: será inaugurada a feira Canto da Ilha, uma oportunidade para o encontros dos diferentes sabores da região.

A proposta é difundir a produção de alimentos orgânicos, a transição para a alimentação orgânica no ambiente urbano de Floripa e nas cidades do entorno e também as propostas da economia solidária.

O diálogo em torno de temas como meio ambiente, segurança alimentar e soberania alimentar fez surgir a iniciativa. O projeto foi estruturado para promover mais um canal de discussão e promoção de ações que incentivam o desenvolvimento de um consumo mais consciente e saudável, além de novas relação que aproximem produtor rural e consumir final.

A feira acontecerá de duas em duas semanas no Complexo Canto da Ilha, em Ponta das Canas, no Norte da Ilha.

http://obaratodefloripa.com.br/outra-alimentacao-possivel-ponta-das-canas-ganha-feira-de-organicos/

 

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PROJETO DE LEI DO SENADO nº 532, de 2015 > Altera a Lei da Vigilância Sanitária (Lei nº 6.360/1976) para dispor sobre cosméticos orgânicos, seu registro e identificação nas embalagens.

Situação Atual Em tramitação

Relator atual:
Eduardo Lopes
Último local:
13/06/2017 – Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor (Secretaria de Apoio à Comissão de Transparência, Governança, Fiscalização e Controle e Defesa do Consumidor)
Último estado:
13/06/2017 – PRONTA PARA A PAUTA NA COMISSÃO

Saiba mais: http://www25.senado.leg.br/web/atividade/materias/-/materia/122691

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Cooperativa da agricultura familiar lança chinelo orgânico Bio Brazil Fair

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Látex, fibra de açaí e corantes naturais, como o urucum. As matérias-primas deram origem ao novo produto da Encauchados de Vegetais da Amazônia: o chinelo orgânico. A novidade foi lançada na Bio Brazil Fair | Biofach América Latina, no espaço Brasil – Produtos da Agricultura Familiar, da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead).

A artesã Maria Damasceno, representante do projeto e produtora da Polo de Proteção da Biodiversidade e Uso Sustentável dos Recursos Naturais (Poloprobio) – um dos 10 empreendimentos selecionados pela Sead para a feira – explica que a ideia do chinelo surgiu como solução ao excedente de látex extraído pelas famílias seringueiras das comunidades ribeirinhas da Ilha de Marajó e Tapajós, no Pará.

Com a sobra, uma nova obra de arte. “Nós já trabalhávamos com o artesanato, mas ainda ficávamos com muito látex. Também tínhamos fibras vegetais residuais, principalmente, do processamento do açaí. Então, resolvemos unir o açaí, alimento dos ribeirinhos, com a borracha, nosso sustento histórico”, conta Damasceno.

A sandália é 100% sustentável. A palmilha traz uma folha representando a floresta. No solado, um desenho marajoara lembra a força do povo nortista e a beleza da cultura local. “Nós trouxemos 100 pares para a Bio Brazil e já vendemos 90%. É um orgulho muito grande para as famílias de agricultores familiares que produziram as sandálias”, ressalta a artesã.

O chinelo orgânico é vendido a R$ 80 e também pode ser adquirido pelo site: http://www.poloprobio.org.br. Todos os visitantes que comparam as sandálias participam de uma pesquisa de opinião para saber se o produto é confortável e durável.

Comercialização

Esta é a segunda vez que os encauchados participam da Biofach América Latina. A última participação garantiu negócios no Brasil e no exterior, em mercados como o de Recife e da França. Para Maria, a feira é uma ótima oportunidade não só para fazer novos clientes, mas também para adquirir conhecimento e amadurecer o empreendimento. “Com as feiras que já participamos melhoramos muito o nosso trabalho, o atendimento e a forma de divulgar a nossa produção. Sem contar que voltamos com as baterias recarregadas, motivados para aumentar a produtividade”, afirmou.

http://www.mda.gov.br/sitemda/noticias/cooperativa-da-agricultura-familiar-lança-chinelo-orgânico-bio-brazil-fair

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Imprensa tem papel estratégico na divulgação da alimentação orgânica

Para ativistas, é preciso superar a ideia de nicho de mercado e começar a discutir os alimentos orgânicos como questão de saúde e qualidade de vida
São Paulo – “A imprensa precisa tratar os alimentos orgânicos por uma perspectiva de saúde e qualidade de vida, não apenas como produtos de um nicho de mercado”. Esse foi o apelo da fundadora do Instituto Cairós, Maluh Barciotte, durante debate O olhar da mídia sobre o tema dos orgânicos, realizado hoje (6), na BioBrasilFair, no Parque do Ibirapuera, região sul da capital paulista. Para ela, ainda há um longo caminho para sensibilizar a população e o poder público sobre a importância da alimentação orgânica e a imprensa tem um papel importante nesse desafio.

“Um dos mantras mais repetidos é que o alimento orgânico é caro. Isso precisa ser quebrado. Além disso, é preciso destacar o potencial nutricional desses alimentos, muito superior à agricultura convencional”, disse Maluh. Um comparativo apresentado por ela mostra que a aquisição de alimentos orgânicos é mais barata do que a compra de similares em supermercados, em cerca de 4%, em média.

A produtora e roteirista Edmara Barbosa, que produziu a novela Velho Chico na TV Globo, avaliou que o momento não é mais de confrontar o agronegócio, mas de ocupar as brechas deixadas pelo modelo. “O agronegócio não produz, devasta. Não alimenta, envenena. Podemos produzir de forma agroecológica nas áreas degradadas pelo agronegócio. Uma forma de produção que em menos de 100 anos fez tanto estrago não vai permanecer”, afirmou.

Para Edmara, é preciso cuidado com a capacidade de inversão e apropriação dos ruralistas. “Com a novela, eu queria que as pessoas que produzem ecologicamente fossem fortalecidas. Mas depois de uma cena onde se diz que ‘se agrotóxico fosse bom, não tinha tóxico no nome’, houve um forte movimento para mudar o nome do produto para fitossanitário. Não dá pra confrontar, temos que construir outro caminho”, afirmou.

Um desses caminhos foi destacado pela jornalista Franciele Lima, criadora do canal youtube Do Campo à Mesa. “Nenhuma revista dava indícios de que aceitaria o que eu queria discutir. Também olhava para a televisão e não via possibilidades”, relatou ela. A solução foi um canal de vídeos. “A ideia é que as pessoas entendam o caminho do alimento, desde o plantio até a casa delas. E todas as problemáticas envolvidas. Usando de ironia e sarcasmo na produção tenho conseguido mostrar as mentiras que a indústria alimentícia conta para elas”, explicou.

Para Franciele, o mais importante é que a população tenha informações e elementos para fazer comparações, além de tentar manter um diálogo que seja acessível para pessoas comuns, “que acham o máximo aquele iogurte cor de rosa”, ressaltou.

A apresentadora da Rádio Brasil Atual Marilú Cabañas destacou que também é importante utilizar meios de acesso praticamente universais, como o rádio, para campanhas de esclarecimento sobre a importância de consumir alimentos orgânicos. Para ela, a maior dificuldade é justamente obter patrocínio para manter programas desse tipo. “Temos uma proposta de um programa para rádio que junte a discussão sobre alimentação saudável, produtos orgânicos e música de qualidade. Mas ainda estamos com dificuldades de encontrar apoio”, afirmou.

Fonte: http://www.redebrasilatual.com.br/ambiente/2017/06/imprensa-tem-papel-importante-na-divulgacao-da-alimentacao-organica

 

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