A mais nova razão para consumirmos alimentos orgânicos

Se você consome alimentos orgânicos, em nenhum momento vai sentir-se lesado. As pesquisas em Santa Catarina mostram que as contaminações dos alimentos orgânicos são raras e resultam de ações de terceiros, sem a participação do agricultor.
O caso da informação enganosa em rótulo de “produto” convencional é outra estória, como aponta a notícia sobre o Tang – isso mesmo, aquele preparado que se diz “refresco em pó”, ou da categoria de produtos ultraprocessados.

Em resumo, a empresa foi multada por utilizar expressão incorreta no rótulo. O processo começou em 2012, e a multa é de R$ 1 milhão.
O alimento orgânico não passa por este risco.

Ao comprar o alimento orgânico, você está apoiando a(o) agricultora ou agricultor, aproximando-se do trabalho que eles executam, estimulando seu (deles) trabalho, e cuidando do meio ambiente, da nossa saúde e do planeta Terra. Pense nisto. E vá prá feira!

https://idec.org.br/noticia/tang-e-multada-em-r-1-milhao-por-informacao-enganosa-no-rotulo

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14 de agosto de 2017 – Mesa redonda sobre Agrotóxicos e Produção Segura de Alimentos – Grande Florianópolis Norte e Sul

 

Aos integrantes do Fórum Catarinense de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos e Transgênicos (FCCIAT) e interessados!

Cumprimentando-o, convido V.Sa. a participar da realização da Mesa Redonda sobre “Fiscalização de Agrotóxicos e Produção Segura de Alimentos na Grande Florianópolis”, no dia 14 de agosto de 2017, às 13h30min, no Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santo Amaro da Imperatriz, conforme programação anexa, que objetiva tratar da atuação conjunta de órgãos públicos na fiscalização de agrotóxicos, monitoramento de resíduos em alimentos, identificação da origem do produto, riscos à saúde, desdobramentos extrajudiciais e judiciais e apresentação de sistemas de produção segura e sustentável.

Link para programação:

https://drive.google.com/open?id=0BzFwrhfIW-4maTJPZE4xNXNJeUU

Cordialmente,

Greicia Malheiros da Rosa Souza

Promotora de Justiça

Coordenadora do Centro de Apoio Operacional do Consumidor

 

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Nem a maconha escapa da indústria de agrotóxicos e transgênicos

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Plantas modificadas geneticamente em laboratórios clandestinos e o uso de venenos nunca testados colocam em risco a saúde de quem faz uso recreativo ou medicinal
por Cida de Oliveira
Quem recorre ao canabidiol contra os efeitos adversos da quimioterapia, para o tratamento de doenças como esquizofrenia, Parkinson e epilepsia, entre outras, ou quem faz uso recreativo da maconha, pode estar exposto a muito mais do que os efeitos desejados da Cannabis sativa.
É grande a chance de estar sendo envenenado com resíduos de agrotóxicos presentes na planta, que a longo prazo causam graves males, como câncer, alterações endocrinológicas e até mesmo aquelas ligadas ao sistema nervoso central, que estariam sendo tratadas.
Isso sem contar a possibilidade de a erva ser geneticamente modificada, escondendo em cada gota de extrato ou tragada inúmeros riscos certeiros, cuja gravidade ainda não foi totalmente descrita pela ciência.
Essas notícias, um tanto desanimadoras, vêm do Canadá. De acordo com a legislação vigente, as folhas da maconha não devem ser tratadas antes, durante ou após o processo de secagem com agrotóxicos que não tenham sido devidamente testados e registrados para essa finalidade específica.
No entanto, entre os agrotóxicox liberados pelas autoridades sanitárias para aplicação na cannabis, sete contêm substâncias que, ao serem queimadas, liberam partículas tóxicas. É o caso do bicarbonato de potássio e outros sais de potássio, que quando aquecido e inalado pode causar efeitos colaterais graves, como confusão, batimentos cardíacos irregulares, forte dor estomacal, vômitos, diarreia e ansiedade. Está no grupo o agrotóxico Actinovate SP, da Monsanto, composto em sua maioria (99%) por “outros ingredientes”.
Especialistas consultados pela reportagem afirmam que é impossível identificar e testar esses “outros ingredientes”. Tampouco saber quais são os efeitos colaterais trazidos por alterações físico-químicas ocorridas nas folhas durante a queima, bem como a inalação de tantos ingredientes desconhecidos combinados às já conhecidas substâncias nocivas por mínima que seja a dosagem.
Lucros
Também vem do Canadá a informação de uma patente depositada pela Tweed Co., que manipulou geneticamente a Cannabis para aumentar seu teor de tetrahidrocanabidinol (THC), um dos cerca de 400 compostos que é utilizado em diversos medicamentos. A notícia não deixa de ser bem vinda para os usuários recreativos porque se trata também da principal substância psicoativa.
A Monsanto, que sempre aparece na história quando o assunto é agrotóxicos e transgênicos, teria iniciado o desenvolvimento de duas plantas geneticamente modificadas para resistir ao herbicida glifosato, que ela própria fabrica. Oficialmente, a companhia nega que esteja investindo em biotecnologias para essa finalidade.
Não faltam motivos para duvidar do posicionamento da empresa recentemente comprada pela alemã Bayer. Em relatório, a consultoria Greenwave Advisors estima que o emergente setor da maconha, caso a erva seja legalizada em todo o território norte-americano, poderá ser uma indústria com receitas da ordem de US$ 35 bilhões até 2020. Isso é mais que as receitas obtidas com a publicação de jornais e pela indústria de confeitaria.
Circulam também rumores da existência de uma maconha supostamente transgênica, desenvolvida em laboratórios clandestinos nos Estados Unidos e na Holanda, que estaria sendo cultivada no Paraguai desde 2003.
“Seriam plantas com maior concentração de THC e que estariam prontas para a colheita em metade do tempo que leva a planta convencional, o que significa duplicar a produção no mesmo espaço de tempo”, diz o pesquisador aposentado da Embrapa e atualmente convidado do Laboratório de Engenharia Ecológica da Unicamp, José Maria Gusman Ferraz.
Considerando essa experiência como um ensaio para grandes corporações, ele acredita que poderiam vir a ser incorporados a resistência aos agrotóxicos e o aumento da concentração de alguns dos mais de 50 componentes presentes no princípio ativo da maconha convencional.
“Mas há a possibilidade de outras alterações indesejáveis e danosas na planta. Quando mudamos o seu metabolismo, ocorrem inúmeras outra alterações que não são controladas e nem têm como ser avaliadas para a liberação. Portanto, existe risco de se produzirem efeitos colaterais nesta novas plantas e em tudo o que vier a ser feito com a sua utilização. E a exemplo do que acontece com outros transgênicos, vir a contaminar geneticamente as populações nativas, reduzindo sua biodiversidade”, explica o pesquisador que é um dos autores do livro Lavouras Transgênicas – Riscos e Incertezas.
Viagem
Nessa perspectiva, segundo ele, quem faz uso recreativo, corre vários riscos. Como o de não saber mais se o efeito da velha e combatida maconha, agora cultuada e luxuosamente embalada, quiçá com o T de transgênico da embalagem do pacau ou bagulho agora promovido a cigarro.
Ex-integrante da Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio), responsável pela liberação de organismos geneticamente modificados, Ferraz faz especulações espirituosas caso a maconha transgênica desembarcasse no Brasil.
“Talvez fosse mais divertido se houvesse uma avaliação do produto durante a plenária. Seguramente iríamos ouvir confissões inusitadas em um ambiente muito mais descontraído.”
Ele arrisca um palpite: “O grupo minoritário na Comissão, que zela pelo cumprimento das regras de biossegurança e do princípio da precaução, certamente ficaria com a fama de careta por se recusar a degustar um produto que ainda não tem a comprovação de sua segurança à saúde e ao meio ambiente. E votaria contra”.
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Estudos vão apontar caminhos para reduzir o uso de agrotóxicos no campo

Divulgação_IMA

Decreto governamental prevê a criação de grupo de trabalho que vai sugerir ações para incentivar a agroecologia e a produção orgânica em Minas Gerais
A ideia é de que estudos apontem para alternativas aos agrotóxicos
O Diário Oficial Minas Gerais publicou nesta quinta-feira (27/7) o decreto nº 47.233, assinado pelo governador Fernando Pimentel, que autoriza a criação do Grupo Intersetorial de Redução de Uso de Agrotóxicos e Apoio à Agroecologia e Produção Orgânica.

De caráter permanente, o grupo vai coordenar estudos e propor ações que visam reduzir, de forma gradual e contínua, a disponibilidade, o acesso e o uso de agrotóxicos no campo. Em paralelo, o grupo também vai trabalhar para incentivar a produção de alimentos orgânicos e a alimentação saudável no dia a dia dos mineiros.

“Com a publicação do decreto o Governo de Minas Gerais dá um passo importante para a construção de um Programa Estadual de Redução do Uso de Agrotóxicos, fato pioneiro e inédito no país dado a carência de legislação que prevê ações para a redução do uso de agrotóxicos. Por outro lado, valoriza a agroecologia para garantir alimentação cada dia mais saudável para a população”, esclarece o secretário de Estado de Desenvolvimento Agrário, Professor Neivaldo.

A ideia é de que estudos voltados à disponibilização de tecnologias de baixo perigo toxicológico e ecotoxicológico apontem para alternativas aos agrotóxicos.

Com isso, o Estado quer promover a saúde humana, tanto da população consumidora quanto das populações expostas aos agrotóxicos – em especial trabalhadores rurais assalariados e temporários –, incluindo ações de assistência e vigilância em saúde, bem como modelos sustentáveis de produção.

Para incentivar a agroecologia e a produção orgânica, o decreto prevê ainda a intensificação da qualificação de agentes de Assistência Técnica e Extensão Rural.

Uso controlado

Atualmente, por meio do Instituto Mineiro e Agropecuária (IMA), Minas Gerais já desenvolve ações para identificação e fiscalização do uso de agrotóxicos. Somente de janeiro até a junho deste ano foram fiscalizados 2.323 estabelecimentos comerciais, sendo interditados 4.268 quilos e 9.639 litros de produtos.

Também foram fiscalizadas 2.732 propriedades rurais, sendo interditados 456 quilos e 3.958 litros de agrotóxicos.

“Fiscalizamos, por exemplo, em estabelecimentos comerciais e propriedades rurais o armazenamento, o receituário e as notas fiscais. São vários itens que precisam ser seguidos à risca. Tudo isso para garantir a segurança alimentar da população, evitando que alimentos contaminados cheguem à mesa das pessoas”, destaca a engenheira agrônoma e fiscal agropecuária do IMA, Marcela Ferreira Rocha Lage.

Outro trabalho realizado pelo IMA, e que vai ser aprimorado a partir do decreto, é o controle rígido da logística reversa de embalagens e dos processos de coleta, transporte, armazenamento e reciclagem de embalagens de agrotóxicos. “Atualmente, para facilitar ao produtor a devolução destas embalagens, fazemos o recebimento itinerante. Verificamos se a embalagem está vazia, lavada e inutilizada. Tudo é devidamente fiscalizado”, explica a fiscal do IMA.

Agora, a partir do decreto, o grupo de trabalho vai ser constituído e o primeiro plano de ação será apresentado no prazo previsto. Para mais detalhes, clique aqui para ler o decreto na íntegra.

Fonte: http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticia/estudos-vao-apontar-caminhos-para-reduzir-o-uso-de-agrotoxicos-no-campo

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LIBERAÇÃO DE MAIS AGROTOXICOS TRARA CONSEQUENCIA IMPREVISIVEIS, alerta pesquisadora da FIOCRUZ

Medida Provisória faz parte de acordo de Temer com ruralistas; Karen Friedrich a define como “uma temeridade”; Ibama aponta potencial cancerígeno.
A reportagem é de Cauê Seignemartin Ameni, publicada por De Olho nos Ruralistas, 03-08-2017.
Para continuar tendo apoio da bancada ruralista, a Casa Civil se prepara para desengavetar uma Medida Provisória que altera as regras do uso de agrotóxicos no país. A proposta possibilita a autorização de substâncias cancerígenas. E, por isso, proibidas. É a avaliação de Karen Friedrich, pesquisadora da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), que soltou nota sobre o assunto:
– De acordo com a MP proposta, poderiam ser registrados no Brasil produtos compotencial cancerígeno ou capazes de provocar anormalidades fetais, entre outros efeitos graves, quando tiverem sido encontradas condições de uso apropriadas para reduzir o risco de ocorrência desses efeitos.
O Ibama criticou também a previsão de suspender a regra que só libera a aprovação deagrotóxicos que tenham – comprovadamente – uma ação tóxica menor ou igual à dos atuais.
O ministro da Agricultura, Blairo Maggi, disse ao Canal Rural que a ideia é ter um modelo baseado em risco, no que a Anvisa, Ibama e Agricultura estejam os três sempre de acordo. Mas a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não se manifestou. O Ibama é contrário à medida que pretende alterar a lei 7.802/1989, que torna o conceito de “análise de risco” fator determinante para a permissão de novas substâncias.
Coquetel de Agrotóxicos
A medida foi redigida pelo Ministério da Agricultura com a colaboração do setor agrícola e da indústria agroquímica. Karen Friedrich tem um posicionamento semelhante ao do Ibama:
– A MP vai piorar o que já é ruim. A Anvisa avalia os estudos toxicológicos conduzidos pela própria indústria que tem interesse em registrar o agrotóxico.
Segundo ela, os estudos são limitados porque são realizados com um agrotóxico por vez. Uma cobaia recebe a injeção de apenas um agrotóxico. Só que na lavoura, explica, o trabalhador rural aplica uma mistura de agrotóxicos. Ou passa um avião despejado uma série de agrotóxicos.
Em outras palavras: os brasileiros consomem, na alimentação, um coquetel de agrotóxicos. “A Anvisa já encontrou até dez agrotóxicos em um único alimento”, conta Karen. “Ou seja, essa mistura não é testada nos laboratórios para o registro. Se temos um agrotóxico com risco de causar câncer individualmente, na presença de misturas essa probabilidade pode aumentar”.
A pesquisadora, graduada em biomedicina com doutorado em toxicologia e saúde, vê com preocupação a falta de dialogo do governo e criticou também a ideia que circula no Palácio do Planalto, segundo reportagem de O Globo, de retirar a Anvisa do processo de autorização de novos agrotóxicos:
– É realmente uma temeridade essa MP passar condicionando o risco do agrotóxico a essa “avaliação de risco” em que algumas pessoas que trabalham em um órgão vão determinar o que é um risco aceitável ou inaceitável sem uma discussão mais ampla com a população e a comunidade científica se eles aceitam esse “risco”.
Ela conta que estudos recentes – e sofisticados – com populações expostas apresentaram efeitos proibitivos de registro. Mas a Anvisa “não teve condição técnica, iniciativa ou força política” para proibir os agrotóxicos. Foi o caso da atrazina, um dos mais utilizados no Brasil, proibido em outros países. E do acefato, igualmente proibido fora do país, mas por aqui liberado.
Autismo e Mal de Parkinson
Pelo menos seis substâncias utilizadas intensamente no campo estão em análise. São elas: 2,4-D, glifosato, paraquat, tiram, carbofurano e abamectina. Alguns novos relatórios são favoráveis ao banimento definitivo do glifosato, líder mundial de mercado, no mercado nacional. De acordo com Karen, há estudos que associam o glifosato ao autismo. E outros que vinculam o paraquat ao mal de Parkinson.
Outra ponto polêmico da MP é incluir, nos rótulos dos novos agrotóxicos, a expressão “nas condições recomendadas para uso”. O Ibama avalia que o país não tem estrutura para efetivar essa demanda. A pesquisadora da Fiocruz considera que a solução se transformaria rapidamente em um novo problema:
– Condicionar o risco do uso de agrotóxicos ao uso de equipamento individual é uma calamidade porque esses equipamentos são caros e difíceis de serem utilizados. Não é todo trabalhador que poderá comprar ou usar adequadamente, até pelas condições climáticas do país.
Um antigo cardápio
A ideia de contemplar uma antiga demanda da bancada ruralista não é nova. Em abril deste ano, o Estadão revelou, na reportagem MP pode afrouxar regras para agrotóxicos, que a MP liberaria substâncias cancerígenas e teratogênicas (que põem em risco a formação dos fetos). Diante da repercussão negativa, Temer foi obrigado a engavetar a medida. Desta vez, porém, a proposta não teve a mesma repercussão na imprensa. Apenas uma notícia discreta no Canal Rural.
Quando o documento foi apresentado no começo do ano no Comitê Técnico de Assessoramento, integrado pelo Ibama, Anvisa e Ministério da Agricultura, encarregado de avaliar os critérios para uso de agrotóxicos no país, ele foi criticado pela falta de participação dos dois órgãos. Cabe à Anvisa analisar os impactos dos produtos na saúde e ao Ibama mensurar os efeitos dos agrotóxicos no ambiente.
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Programa de Aquisição de Alimentos aceita inscrições até 17 de agosto de 2017

Contratação dos projetos começará em 1º de setembro; cada região do País receberá R$ 1 milhão

Cooperativas e associações de agricultores familiares interessados em participar do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) podem se inscrever até 17 de agosto, informa a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). As propostas devem ser incluídas na modalidade de Apoio à Formação de Estoque.

As inscrições poderão ser feitas no sistema PAAnet. Mais informações sobre a elaboração e a inscrição de propostas podem ser obtidas nas superintendências regionais da Conab nos estados.

A partir de 1º de setembro começará a contratação dos projetos. Cada região receberá R$ 1 milhão da Secretaria Especial de Agricultura Familiar e do Desenvolvimento Agrário (Sead), com limite de R$ 480 mil por proposta. Os projetos devem ser apresentados por meio de associações ou cooperativas com DAP jurídica.

Parâmetros

Os critérios de análise das propostas serão: projetos exclusivos de produtos orgânicos e agroecológicos, participação de povos e comunidades tradicionais e participação de assentados da reforma agrária.

Organizações que participam pela primeira vez, projetos de menos valor e organizações que apresentem contratos de compras institucionais ou do Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) serão parâmetros de desempate.

O objetivo do Apoio à Formação de Estoques é ajudar financeiramente a constituição de estoques de alimentos por organizações da agricultura familiar, buscando agregação de valor à produção e à sustentação de preços. Posteriormente, esses alimentos serão comercializados pela organização de agricultores para devolução dos recursos financeiros ao Poder Público.

FONTE: http://www.brasil.gov.br/economia-e-emprego/2017/07/programa-de-aquisicao-de-alimentos-aceita-inscricoes-ate-17-de-agosto

 

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Curso Formação de Líderes em Agroecologia e Produção Orgânica – IFOAM / IBEM

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ATENÇÃO! Prazo para inscrições até 15/07/2017.

A IFOAM EM PARCERIA COM IBEM PROMOVE
CURSO FORMAÇÃO DE LÍDERES EM AGROECOLOGIA E PRODUÇÃO ORGÂNICA
Início em setembro 2017.

Mais informações no link:
http://www.ifoam.bio/…/organic-lea…/olc-latin-america-201718

Veja aqui o folder do Curso:
https://drive.google.com/file/d/0B7z5Si2Flb2ATzlPWGt4REVMcHc/view?ts=593473cd

 

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