Agrotóxicos ameaçam colônias de aves da Antártica

Pesquisadores confirmaram a presença de contaminantes orgânicos no sangue de petréis-gigantes do sul de diversas colônias na Península Antártica. Estudos de carcaças e outros tecidos já tinham dado sinais da contaminação, agora confirmados a partir de amostras de sangue em que foi detectada a presença de diversas substâncias nocivas, entre as quais o DDT, pesticida banido nos Estados Unidos em 1972, quando se constatou que seu uso ameaçava a sobrevivência de diversas espécies de aves de rapina.
A pesquisa foi realizada pela bióloga Fernanda Imperatrice Colabuono, do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP). Ela estudou os animais das colônias de petréis-gigantes das ilhas Elefante e Livingston, no arquipélago das Shetland do Sul, na Península Antártica, com bolsa de pós-doutorado e bolsa de estágio de pesquisa no exterior da FAPESP.

Agrotoxico proibido em 1972 nos EUA foi comercializado no Brasil

A notícia é conhecida, mas é importante reafirmar.
O mal que fazemos para a Terra e para nós mesmos, ao continuar a permitir agrotóxicos proibidos em outros países é de uma imensurável estupidez.
Há suficiente conhecimento, como nos mostra o trabalho da Fernanda Imperatrice Colabuono, do Instituto Oceanográfico da Universidade de São Paulo (USP), que vale a leitura.
A CPOrg SC demanda, fortemente, maior restrição aos agrotóxicos pesticidas, com vistas ao total banimento.
Consciência é a palavra que deve ser lembrada nos processos decisórios a serem aplicados pelos brasileiros ao avaliarem a continuada restrição aos agrotóxicos.
Por um Brasil Livre de Agrotóxicos e Com Mais Saúde para Todos.

Saiba mais: http://www.planetauniversitario.com/index.php/ciencia-e-tecnologia-mainmenu-75/36443-agrotoxicos-ameacam-colonias-de-aves-da-antarticaSaiba mais:

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