A CPOrg/SC avalia a atuação da ANVISA no caso do banimento de agrotóxicos

A recente manifestação da ANVISA sobre o paraquat e a forma como aquela agência pretende encaminhar as definições sobre permissões e registros de agrotóxicos no país, parecem conduzir para um cenário de mais transparência.
Nunca antes neste país vimos a manifestação da ANVISA do modo como ocorreu na notícia recém vinculada.
Serão sinais dos tempos?
Esperemos que as mudanças possam indicar que começamos a ter uma ação independente por parte da ANVISA, que possa servir de exemplo para outras agências, inclusive em nível da federação de Estados no Brasil.
A visão que a CPOrg SC tem sobre como devem ser tratados os agrotóxicos é de uma constante e gradual redução de seu uso, com a restrição consequente, tendo em vista o total banimento.
Algumas pessoas poderão argumentar sobre os riscos de uma agricultura orgânica não ser capaz de alimentar o mundo. Para isto, inúmeros estudos na academia e em entidades internacionais como a FAO, já apontaram a certeza da capacidade da agricultura orgânica em nutrir a população do planeta. Esta proposta se coaduna com a idéia da ANVISA em dar seriedade e celeridade aos processos de avaliação de agrotóxicos no Brasil.
No momento, na CPOrg SC trabalhamos com a afirmativa para o estimulo da produção de alimentos em sistema orgânicos, biodinâmicos, naturais e outros, nos quais os agrotóxicos estejam banidos.
Vamos manter a atenção nas ações, seja do setor dos agrotóxicos, seja na ANVISA.

Saiba mais: http://www.canalrural.com.br/noticias/agricultura/presidente-anvisa-quer-resposta-sobre-glifosato-ate-final-ano-62874

Anúncios
Esse post foi publicado em Notícias. Bookmark o link permanente.